Antes de tudo, gostaria que desprezassem a sintaxe e a ortografia desse rascunho. Meu desejo é de desabafar, mesmo que "errado".
Pensei tanto sobre a terrível questão que levantei no escrito anterior e cheguei a uma conclusão talvez não a correta, mas cheguei. Descobri que estou em um mundo em processo de integração- em vários âmbitos- que desfruta de inumeráveis conquistas, entre as quais, uma peculiar a que os homens, orgulhosamente, chamam-na de globalização. Mais que isso, estou vivendo no apogeu da era digital, tecnológica, na qual muitos, entre os quais eu, resiste, ingloriosamente, ao inevitável: aceitar que a sociedade a cada dia torna-se mais individualista e que o livre arbítrio morre na mais remota pretensão de existir. Aí, meus caros, vêm as indagações:
Até que ponto essa era é integradora? Sinceramente, não sei.
É justo isolar aqueles que não têm acesso a essas tecnologias? Digo-lhes que não. Infelizmente não posso gritar à escrita. Se pudesse, gritaria e acentuaria bem esse "não". Carregaria nele toda espécie de apelo, toda sorte de revolta. Não posso, não é? Não posso porque não me deixam falar, se tento, calam-me. Morre em mim, antes mesmo de nascer, qualquer chance, qualquer esperança de o não calar. Calá-lo, apenas. Mas... Por que tanto não, que, aparentemente, não tem nexo e não quer dizer nada? Cabe ele, o não, nesse contexto? Se puderem creiam que ele é proposital, pois é exatamente a resposta que a muitos a tal sociedade moderna profere- NÃO! Talvez até aqui ainda, vós, não me considereis um monstro, mas não perdereis a chance de assim considerar-me quando da leitura do último parágrafo. Lá vai:
Finalmente descobri que não sou livre nem para pensar nem para agir da maneira como gostaria. Aos simples mortais não foi outorgado o direito de desfrutar, de possuir liberdade. Resta-me apenas enganar-me com a utopia dela.
Pensei tanto sobre a terrível questão que levantei no escrito anterior e cheguei a uma conclusão talvez não a correta, mas cheguei. Descobri que estou em um mundo em processo de integração- em vários âmbitos- que desfruta de inumeráveis conquistas, entre as quais, uma peculiar a que os homens, orgulhosamente, chamam-na de globalização. Mais que isso, estou vivendo no apogeu da era digital, tecnológica, na qual muitos, entre os quais eu, resiste, ingloriosamente, ao inevitável: aceitar que a sociedade a cada dia torna-se mais individualista e que o livre arbítrio morre na mais remota pretensão de existir. Aí, meus caros, vêm as indagações:
Até que ponto essa era é integradora? Sinceramente, não sei.
É justo isolar aqueles que não têm acesso a essas tecnologias? Digo-lhes que não. Infelizmente não posso gritar à escrita. Se pudesse, gritaria e acentuaria bem esse "não". Carregaria nele toda espécie de apelo, toda sorte de revolta. Não posso, não é? Não posso porque não me deixam falar, se tento, calam-me. Morre em mim, antes mesmo de nascer, qualquer chance, qualquer esperança de o não calar. Calá-lo, apenas. Mas... Por que tanto não, que, aparentemente, não tem nexo e não quer dizer nada? Cabe ele, o não, nesse contexto? Se puderem creiam que ele é proposital, pois é exatamente a resposta que a muitos a tal sociedade moderna profere- NÃO! Talvez até aqui ainda, vós, não me considereis um monstro, mas não perdereis a chance de assim considerar-me quando da leitura do último parágrafo. Lá vai:
Finalmente descobri que não sou livre nem para pensar nem para agir da maneira como gostaria. Aos simples mortais não foi outorgado o direito de desfrutar, de possuir liberdade. Resta-me apenas enganar-me com a utopia dela.
