quarta-feira, 20 de junho de 2007

A descoberta



Antes de tudo, gostaria que desprezassem a sintaxe e a ortografia desse rascunho. Meu desejo é de desabafar, mesmo que "errado".
Pensei tanto sobre a terrível questão que levantei no escrito anterior e cheguei a uma conclusão talvez não a correta, mas cheguei. Descobri que estou em um mundo em processo de integração- em vários âmbitos- que desfruta de inumeráveis conquistas, entre as quais, uma peculiar a que os homens, orgulhosamente, chamam-na de globalização. Mais que isso, estou vivendo no apogeu da era digital, tecnológica, na qual muitos, entre os quais eu, resiste, ingloriosamente, ao inevitável: aceitar que a sociedade a cada dia torna-se mais individualista e que o livre arbítrio morre na mais remota pretensão de existir. Aí, meus caros, vêm as indagações:
Até que ponto essa era é integradora? Sinceramente, não sei.
É justo isolar aqueles que não têm acesso a essas tecnologias? Digo-lhes que não. Infelizmente não posso gritar à escrita. Se pudesse, gritaria e acentuaria bem esse "não". Carregaria nele toda espécie de apelo, toda sorte de revolta. Não posso, não é? Não posso porque não me deixam falar, se tento, calam-me. Morre em mim, antes mesmo de nascer, qualquer chance, qualquer esperança de o não calar. Calá-lo, apenas. Mas... Por que tanto não, que, aparentemente, não tem nexo e não quer dizer nada? Cabe ele, o não, nesse contexto? Se puderem creiam que ele é proposital, pois é exatamente a resposta que a muitos a tal sociedade moderna profere- NÃO! Talvez até aqui ainda, vós, não me considereis um monstro, mas não perdereis a chance de assim considerar-me quando da leitura do último parágrafo. Lá vai:
Finalmente descobri que não sou livre nem para pensar nem para agir da maneira como gostaria. Aos simples mortais não foi outorgado o direito de desfrutar, de possuir liberdade. Resta-me apenas enganar-me com a utopia dela.

terça-feira, 29 de maio de 2007

Onde estou?




Talvez daqui a pouco eu descubra onde estou. Por hora, o que sei é que estou na frente de um bicho chamado computador, no qual tento, muito lentamente, digitar alguma coisa (catando milho) para constar nessa página. Prometo que terei mais tempo da próxima vez, e tentarei escrever alguma coisa mais interessante. Agora tenho que ir, acabou meu tempo. Ah! ainda não descubri onde estou. Penso que sou alienígena.